Refugiop
Moradores conversando no Refúgio Pequi

O que dizem quem mora
e quem visita

Depoimentos de moradores e famílias — em palavras que vieram deles, não de nós.

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Depoimentos

SR

Sônia Ramos

FILHA DE MORADORA — GOIÂNIA, GO

"Minha mãe estava há dois anos sozinha em casa depois que meu pai faleceu. A entrega de refeições foi o primeiro passo — e já mudou muito coisa. Saber que alguém aparece todos os dias, que ela não está completamente sozinha no almoço, fez diferença que eu não esperava."

Julho de 2025

JA

João Augusto

MORADOR — SETOR BUENO, GOIÂNIA

"Faz seis meses que estou aqui. Ainda não fui a todas as atividades — e ninguém me perguntou por quê. Às vezes entro no jardim, às vezes fico no quarto lendo. A diferença é que quando eu quero conversa, tem alguém. Isso parecia simples, mas fazia muita falta."

Junho de 2025

LM

Lúcia Mendonça

MORADORA — APTO. INDEPENDENTE

"O apartamento tem entrada própria, que era o que eu precisava. Ainda acordo no meu horário, saio quando quero. Mas posso almoçar na casa quando quero companhia. Esse equilíbrio é exatamente o que eu estava procurando — autonomia, mas não isolamento."

Julho de 2025

CF

Carlos Ferreira

FILHO DE MORADOR — BRASÍLIA, DF

"Moro em Brasília e meu pai está no Refúgio Pequi há quatro meses. Recebo o relatório mensal por e-mail — simples, direto, sem exagero. Quando ligo, ele está bem. Quando visito, ele parece ele mesmo. Não é pouco."

Julho de 2025

PB

Patrícia Barbosa

SOBRINHA — GOIÂNIA, GO

"A Mariana respondeu meus e-mails num sábado. Não precisava, mas fez. Isso me disse muito sobre como a casa funciona no dia a dia. Minha tia está lá há três meses e já pediu para renovar."

Junho de 2025

EO

Eduardo Oliveira

MORADOR — PROGRAMA COMPLETO

"Preferia que o jantar fosse um pouco mais cedo — isso ainda está sendo ajustado. Mas o que importa é que quando eu pedi, anotaram e levaram a sério. A cozinha tenta. Isso faz diferença quando você vai morar em algum lugar."

Julho de 2025

Histórias que mostram como funciona na prática

Da entrega de refeições para a moradia — sem pressa

O PONTO DE PARTIDA

Dona Aparecida morava no Setor Sul e havia perdido o hábito de cozinhar após a cirurgia. A família, morando fora, ficou sabendo das refeições entregues e perguntou com cautela, sem mencionar qualquer ideia de mudança.

O QUE ACONTECEU

Nos primeiros dois meses, a entrega foi o único contato com o Refúgio Pequi. Aos poucos, Dona Aparecida começou a perguntar sobre a casa — como era, quem morava lá. Visitou num domingo à tarde, sem decisão nenhuma.

COMO ESTÁ HOJE

Três meses depois da visita, ela pediu para conhecer o apartamento independente. Está morando lá desde maio de 2025. As refeições agora são na casa principal — e ela vai à jardinagem quando o tempo está bom.

Família a 1.500 km — e ainda assim tranquila

O PONTO DE PARTIDA

O Sr. Hélio morava sozinho no Setor Bueno. Dois filhos em São Paulo, uma filha em Manaus. Ninguém conseguia visitar mais de duas vezes por ano. O pai estava bem, mas a distância pesava para toda a família.

O QUE ACONTECEU

Após a primeira conversa com a coordenadora, a família visitou junto durante uma viagem de férias. O Sr. Hélio gostou do espaço e, principalmente, de que não seria obrigado a participar de nada que não quisesse.

COMO ESTÁ HOJE

Oito meses depois, ele está na Moradia com Programa Completo. Vai ao círculo de leitura. Às vezes ao passeio semanal. A família recebe o relatório mensal e liga a cada quinze dias. "Meu pai parece mais inteiro", disse a filha.

Tem perguntas antes de visitar?

ATENDIMENTO

Seg–Sex 8h–18h
Sáb 9h–13h

Em números

7+

ANOS EM GOIÂNIA

140+

MORADORES ATENDIDOS

4,8

NOTA MÉDIA DOS RELATOS

92%

RENOVAM NO 2º MÊS

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